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JUSTIÇA FOI ENTERRADA? BRUNO BOLSONARO SCHEID, 222: QUEM SE OMITE TAMBÉM É CULPADO.

Bruno Bolsonaro Scheid lembra fatos que, por si sós, já deveriam levar à apuração rigorosa

JUSTIÇA FOI ENTERRADA? BRUNO BOLSONARO SCHEID, 222: QUEM SE OMITE TAMBÉM É CULPADO.
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 17 de setembro de 2026 às  12:41; Redação - Correio da mata

Ministro do STF.“Até a máfia tem ética.”
A frase “Até a máfia tem ética” foi dita pelo ministro do STF Gilmar Mendes em setembro de 2026.

Rondônia — Brasil — “Até a máfia tem ética.” Foi assim, com palavras duras e diretas, que Bruno Bolsonaro Scheid, candidato ao Senado pelo 222, denunciou o duplo padrão que toma conta do Judiciário brasileiro.

A fala, transmitida ao vivo e ouvida por todo o país, expõe o que considera uma aberração: o tratamento dado a brasileiros, inclusive presos e suas famílias, e a proteção que agora parece recair sobre quem deveria julgar com imparcialidade.

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“Não pode expor um colega ao vexame, mesmo que esteja envolvido, mesmo que tenha filhos. Isso é covardia. Ontem vimos a aberração dita daquele ciclo. Tratam o povo brasileiro como palhaços. Mas, quando o acusado é ele, tudo muda. A justiça está enterrada a sete palmos.”

O que exige investigação.

Bruno Bolsonaro Scheid lembra fatos que, por si sós, já deveriam levar à apuração rigorosa:

- Contrato de R$ 131 milhões.

- Cartão de crédito de R$ 300 mil destinado aos filhos.

- Mensagens de visualização única trocadas com banqueiro hoje preso por fraude financeira.

“Se isso não é motivo para investigar até a última consequência, o que mais falta? Onde estão as provas, o juiz natural, o combate ao abuso de poder — princípios que valiam para todos os outros?”

Quem se cala, consente.

Ao criticar o discurso de “fim da polarização”, usado, segundo ele, pela esquerda para silenciar a direita, o candidato vai mais fundo:

“Você que diz ser contra a polarização e se omite diante disso tudo: a responsabilidade também é sua. Não há espaço para discurso.  O Brasil precisa de quem enfrente de frente, defenda a lei, a liberdade e o povo contra o sistema.”

Para Bruno Chaves, a saída passa por nomes que não recuam: Flávio Bolsonaro, a chapa 22, e senadores com coragem de agir com convicção, não de fazer acordos.

“Lula de Moraes e Alexandre da Silva são os inimigos número 1 do Brasil — e meus. Se também são seus, a resposta está nas urnas: Bruno Chaves, 222. O Senado precisa ser fortalecido para devolver a lei e a dignidade ao povo brasileiro.”

  • Bruno Bolsonaro Scheid 222— Senador do Bolsonaro, Senador de Rondônia. — Coragem para enfrentar o sistema.

Fonte/Créditos: correiodamata

Créditos (Imagem de capa): Imagem:Ilustrativa

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