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Sem economizar nas palavras, Sóstenes foi às redes sociais para afirmar que “um deputado eleito não se curva a ameaças” e que não aceitará “censura” nem “intimidação”.
O deputado também reforçou o discurso em defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, que têm mobilizado a Oposição.
“O Parlamento é livre. Deputado eleito pelo povo não se curva a ameaças de ministro do STF. Fazemos política com transparência, dentro da Casa do Povo. E a luta pela anistia é justa, constitucional e legítima. Não aceitaremos censura, não aceitaremos intimidação”, escreveu.
“Surpreendido pela imprensa”
A reação veio horas depois da decisão de Dino, que quer esclarecimentos sobre uma entrevista concedida por Sóstenes ao jornal O Globo. Nela, o deputado sugeriu que poderia romper um acordo firmado com líderes partidários e com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), sobre o controle das emendas de comissão — caso o projeto de anistia aos envolvidos no 8 de janeiro não seja pautado.
O ministro do STF viu na fala uma possível tentativa de usar verbas públicas como moeda de troca política, o que pode ferir o acordo entre o Legislativo e o Judiciário que deu fim ao chamado “orçamento secreto”.
Sóstenes, por sua vez, afirmou que ainda não recebeu nenhuma notificação oficial da decisão judicial. Mas prometeu responder à altura, caso seja oficialmente intimado:
“Quando receber, a responderei com a firmeza, transparência e equilíbrio necessário”, escreveu, encerrando a mensagem com a hashtag: #AnistiaJá.
Fonte/Créditos: Mael Vale / Diário do Poder
Créditos (Imagem de capa): (PL-RJ). (Foto: Agência Câmara).

