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Cidades - Justiça mantem na cadeia criminosos brasileiros que foram presos na Bolívia; penas de acusados ultrapassa 1000 anos

Os acusados eram procurados, pois tinham vários mandados de prisão em aberto contra eles

Cidades - Justiça mantem na cadeia criminosos brasileiros que foram presos na Bolívia; penas de acusados ultrapassa 1000 anos
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Segunda-feira, 31 Março de 2025 - 08:47 | com TJRO


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Justiça mantem na cadeia criminosos brasileiros que foram presos na Bolívia; penas de acusados ultrapassa 1000 anos

Em audiência de custódia realizada neste domingo (30), pela Vara Criminal de Guajará-Mirim, a Justiça de Rondônia manteve a prisão de dois acusados de pertencer a uma quadrilha especializada em roubo de caminhonetes em Rondônia e Acre para comercializar na Bolívia. A prisão deles ocorreu em Riberalta, Bolívia, durante uma operação que envolveu autoridades de segurança dos dois países.

 

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Os acusados eram procurados, pois tinham vários mandados de prisão em aberto contra eles por diversos crimes, além de agirem de forma muito violenta com relação às vítimas, praticando sequestros e espancamentos. A soma das penas dos acusados ultrapassa 1000 anos

Contra um deles, considerado o líder da organização criminosa, havia 7 mandados de prisão em aberto por crimes como roubo, recepção, furto, porte de arma de fogo, praticados em diversas cidades de Rondônia, como Buritis, Ariquemes e Porto Velho. Ele estava vivendo na Bolívia com identidade falsa há 10 anos, segundo apurou a polícia.

Contra o segundo acusado capturado, natural do Acre, havia um mandado expedido pela Vara Criminal de Plácido de Castro - TJAC (prisão preventiva por homicídio).

Eles são considerados muito perigosos, sendo que o acreano estava na Lista Vermelha da Interpol.

A operação, que foi batizada de Fronteira Segura, envolveu o Ministério da Justiça do Brasil e o Governo de Rondônia, que mobilizou unidades especializadas da Polícia Militar de Rondônia, como o Batalhão de Polícia Militar de Fronteira (BPFRON), Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Batalhão de Policiamento de Choque (BPCHOQUE) e o Pelotão de Operações com Cães.

Fonte/Créditos: | com TJRO

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