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Brasil - O dólar se aproxima de Júpiter, Gleisi

Moeda americana fecha a R$ 6,07 pela primeira vez na história e já ultrapassou faz tempo a "lua", como sugeriu a presidente nacional do PT

Brasil - O dólar se aproxima de Júpiter, Gleisi
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Redação

O dólar comercial segue em alta e fechou esta sexta-feira, 6, a R$ 6,07 pela primeira vez na história, em meio à desconfiança do mercado financeiro sobre as medidas econômicos do governo Lula (PT).

Apesar de a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, afirmar que o mercado “mandou o dólar pra lua“, no acumulado da semana, a moeda americana ultrapassou subiu 1,18%.

 

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O dólar comercial segue em alta e fechou esta sexta-feira, 6, a R$ 6,07 pela primeira vez na história, em meio à desconfiança do mercado financeiro sobre as medidas econômicos do governo Lula (PT).


Apesar de a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, afirmar que o mercado “mandou o dólar pra lua“, no acumulado da semana, a moeda americana ultrapassou subiu 1,18%.

 


Entre os economistas, os motivos da alta da moeda são a desconfiança do mercado financeiro e fato do dólar ter valorizado nesta sexta, 6, em função de dados publicados sobre a confiança do consumidor nos Estados Unidos.


No mês de novembro, o dólar subiu de R$ 5,90 para R$6.

Leia também: “JP Morgan rebaixa Brasil em recomendação de compra de ações”

“Juros mais altos por mais tempo”


Futuro presidente do Banco Central (BC), o diretor de política monetária da instituição, Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira, 2, que a autoridade monetária não vai segurar o câmbio “no peito”.

Ele também disse que o cenário atual aponta para “juros mais altos por mais tempo”.

“Parece lógico que, para uma economia mais dinâmica do que se esperava, desemprego na mínima da série histórica, somada a uma moeda mais desvalorizada, que isso demanda uma política mais contracionistas, juros mais altos por mais tempo. É em cima desse cenário que o BC foi caminhando de um corte, para uma pausa e um ciclo de alta de juros que iniciamos nas duas últimas reuniões”, disse.

Para o futuro presidente do BC, a situação econômica atual é “desafio para uma geração”.

“Todos nós temos sido surpreendidos e isso passa por um desafio de uma geração”, afirmou.

Leia mais: “Dólar a R$ 6 culpa do PT; não dos malvados do mercado“

Fonte/Créditos: Redação O Antagonista

Créditos (Imagem de capa): Reprodução | X

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