O ministro Alexandre de Moraes será o relator das investigações sobre a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista Anderson Gomes no Supremo Tribunal Federal (STF). A transferência de competência ocorreu após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter identificado a participação de uma pessoa com foro especial.
Esse processo foi remetido nesta quinta-feira para a Primeira Turma do STF. Ao longo dos últimos dois anos, Alexandre de Moraes tem concentrado investigações consideradas sensíveis como, por exemplo, o inquérito das fake news, dos atos antidemocráticos e das fraudes em cartões de vacinação.
No STF tramitam investigações que envolvam o presidente da República, vice-presidente, ministros de Estado, senadores, deputados federais, integrantes de tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União.
Não foram divulgados detalhes sobre a pessoa com prerrogativa de foro que esteja envolvido na morte da vereadora. Nesta quinta-feira, 14, fez seis anos da execução da vereadora.
O encaminhamento do caso ao STF também atende a um pedido da família que, desde o início das investigações, solicita por uma atenção maior das autoridades federais.
Eles estavam dentro de um carro quando os criminosos se aproximaram e dispararam de dentro de um outro veículo.
O ex-policial militar Ronnie Lessa é o principal investigado pelo crime.
Segundo a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, Lessa teria atirado contra o veículo em que estavam as vítimas.
Quem dirigia o carro onde estava o miliciano era o ex-policial militar Élcio de Queiroz.
A vereadora foi atingida quatro vezes na cabeça e Anderson Gomes levou três tiros nas costas.
Seis anos após o crime, estão presos por envolvimento no assassinato de Marielle Franco: Ronn
Fonte/Créditos: Wilson Lima/O Antagonista

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