
A opção de não comparecer à CPMI foi determinada pelo movo relator do caso no STF, ministro André Mendonça, que o considerou como investigado e, nessa condição, a presença é facultativa em razão do direito de não produzir provas contra ele mesmo,
Preso em 17 de novembro durante operação da PF que investiga fraudes financeiras, Vorcaro foi solto posteriormente. No mesmo dia da prisão, o Banco Central do Brasil determinou a liquidação extrajudicial do Banco Master.
A instituição é alvo de apuração sobre suposta emissão irregular de Certificados de Depósito Bancário (CDBs), que teriam movimentado cerca de R$ 12 bilhões. O relator da CPMI informou que, em conjunto com o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), deverá solicitar ao STF a definição de nova data para o depoimento.
Fonte/Créditos: Diário do Poder
Créditos (Imagem de capa): O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro | Foto: Daniel Vorcaro
