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Sexta-feira, 11 de Setembro 2026
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Ameaça estrangeira - Cidadãos de 12 países não podem mais entrar nos EUA a partir de hoje

A justificativa oficial é a proteção da segurança nacional

Ameaça estrangeira - Cidadãos de 12 países não podem mais entrar nos EUA a partir de hoje
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Ameaça estrangeira
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A partir desta segunda-feira (9), entra em vigor uma nova ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump, que proíbe a entrada nos EUA de cidadãos de 12 países, além de impor restrições parciais a viajantes de outros sete países. A justificativa oficial é a proteção da segurança nacional, com foco em prevenir a entrada de potenciais ameaças, incluindo “terroristas estrangeiros”.

Os 12 países com veto total são:

Os cidadãos destes 7 países têm entrada limitada, sob análise reforçada:

  • Burundi

  • Cuba

  • Laos

  • Serra Leoa

  • Togo

  • Turquemenistão

  • Venezuela

Exceções:

Estão excluídos do veto:

  • Residentes permanentes (portadores de green card)

  • Pessoas com dupla cidadania se entrarem com o passaporte de país não vetado

  • Estudantes ou atletas em eventos específicos

  • Portadores de determinados vistos diplomáticos ou familiares

O decreto decorre de uma ordem emitida em 20 de janeiro de 2025, que ordenou avaliação de sistemas de segurança deficientes em determinados países. Trump vinculou a medida a análises de risco e a incidentes violentos recentes, como o ataque em Boulder, Colorado – embora o autor desse ataque fosse egípcio, e o Egito não esteja incluído na lista.

A proibição é tida como a mais abrangente desde a versão inicial do chamado “veto muçulmano” de 2017, que foi derrubado por Joe Biden em 2021. Segundo Trump, trata-se de uma ação essencial para impedir que estrangeiros sem triagem adequada entrem nos EUA.

Revisões futuras:

O texto da ordem prevê que, a cada 90 e 180 dias, o secretário de Estado deverá apresentar relatórios ao presidente, avaliando se a medida deve continuar, ser alterada ou estendida.

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Fonte/Créditos: Rodrigo Vilela / Diário do Poder

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