COLUNA FALANDO SÉRIO

Professor Me. Herbert Lins – MTE 1143 / Samuel Ribeiro – Marketólogo
O caso do banco Master vira metralhadora giratória para desgastar o presidenciável Flávio Bolsonaro
CARO LEITOR, o envolvimento do pré-candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), no chamado caso banco Master, tem sido tratado por setores da imprensa e da oposição muito mais como instrumento político do que como fato concreto comprovado. Até o momento, não existe decisão judicial que aponte crime, participação direta ou benefício ilícito do parlamentar nas investigações relacionadas ao Master.
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Ainda assim, tenta-se construir uma narrativa de culpa antecipada baseada em ilações, especulações e associações indiretas. Esse método de linchamento político-partidário já se tornou recorrente quando o alvo pertence ao campo conservador.
Flávio Bolsonaro tem o direito constitucional à presunção de inocência, princípio que muitos relativizam conforme a conveniência ideológica. Por sua vez, é preciso separar relações institucionais e contatos políticos legítimos de acusações sem materialidade robusta. No ambiente político de Brasília, parlamentares, ministros, secretários executivos de ministérios e assessores dialogam diariamente com empresários, banqueiros e representantes de diversos setores da economia. Portanto, transformar qualquer aproximação em prova de irregularidade representa um perigoso precedente para a democracia.
Amadorismo
O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não pode ser julgado e responsabilizado antecipadamente sem finalizar as investigações do seu envolvimento com Daniel Vorcaro. O seu marqueteiro o orientou com total amadorismo.
Cena
Em situação de crise, o marqueteiro deveria primeiro retirar o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de cena. Em seguida, esperar o jurídico com parecer técnico e orientações sobre o caso, depois informar à imprensa que vai responder tudo na justiça, pronto, acabou e não ficar se justificando o tempo todo.
Criando
O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não precisa ficar se justificando para setores da imprensa. Por sua vez, ele fica criando provas contra ele mesmo o tempo todo.
Incorporar
O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) precisa incorporar o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), e virar um franco-atirador contra setores da imprensa, repito: patrocinada no passado por Daniel Vorcaro.
Estratégia
Os presidenciáveis Romeu Zema (Novo-MG) e Renan Santos (Missão-SP) adotam estratégia de ofensivas contra o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso do envolvimento do banco Master.
Cautela
Inteligentemente, o presidenciável Ronaldo Caiado (PSD-GO), que não é marinheiro de primeira viagem, adota cautela nas críticas ao presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Caiado enxerga possibilidade de aliança caso a candidatura de Flávio à Presidência da República se torne inviável para a direita.
Sofreu
A política brasileira já sofreu demais com vazamentos seletivos e julgamentos midiáticos antes da conclusão do processo legal. Se houver provas concretas, que sejam apresentadas à justiça de forma objetiva e transparente contra o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Preservar
Enquanto prevalecer apenas o campo das suposições, qualquer tentativa de condenação pública será mero exercício de perseguição política. Defender garantias legais e equilíbrio institucional não é proteger indivíduos, mas preservar os fundamentos do Estado democrático de direito.
Entrevista
A entrevista do pré-candidato ao Senado Bruno Bolsonaro Scheid (PL) ao jornalista Robson Oliveira, no podcast Resenha Política, demonstrou preparo, firmeza e clareza na apresentação de suas ideias.
Abordou
Com postura equilibrada, Bruno Bolsonaro Scheid (PL) abordou temas relevantes para Rondônia e para o cenário nacional no podcast Resenha Política com o jornalista Robson Oliveira. Bruno contribui para um debate político qualificado e elevado.
Chucro
O jornalista Robson Oliveira declarou no podcast que fez juízo de valor pensando que entrevistaria um candidato chucro. Robson se surpreendeu com o preparo intelectual do pré-candidato ao Senado Bruno Bolsonaro Scheid (PL).
Revelou
O marqueteiro não é nenhuma arma secreta no jogo eleitoral. A coluna de ontem (19) revelou os nomes dos marqueteiros dos principais candidatos a governador de Rondônia. Nomes conhecidos e desconhecidos no jogo do poder.
Pelanca
Por conta de uma crítica suave da coluna ao marqueteiro do pré-candidato a governador Marcos Rogério (PL), teve assessor de campanha tendo crise de pelanca. Para não dizer no saco, tem muita gente melindrosa pendurada na calça de Rogério.
Trunfo
O pré-candidato a governador Marcos Rogério é um candidato com recall eleitoral, experiência parlamentar e conhece os problemas de Rondônia com profundidade na palma da mão. Neste caso, o seu principal trunfo nos debates eleitorais.
Subiu
Em direção a Ariquemes, o pré-candidato a governador Hildon Chaves (União) subiu um vídeo nas redes sociais dizendo que dinheiro existe, o que falta é gestão responsável e com capacidade operacional. Além disso, é preciso eleger prioridades e ter coragem para fazer as escolhas certas.
Destravou
O pré-candidato a governador Hildon Chaves (União), quando prefeito de Porto Velho, combateu a corrupção e o desperdício dos recursos públicos. Por conta dessa medida, destravou grandes obras paralisadas e fez chegar os serviços de verdade à população da capital.
Veritá
O pré-candidato a governador Adailton Fúria (PSD) subiu um vídeo comentando o recurso do PSD junto à Justiça Eleitoral para suspender a pesquisa de opinião pública da intenção de votos para governador e senador do Instituto Veritá.
Maturidade
A manifestação do pré-candidato a governador Adailton Fúria (PSD) sobre a suspensão da pesquisa Veritá demonstrou equilíbrio e maturidade política diante de um tema sensível do processo eleitoral. A sua fala reforça a importância da credibilidade das pesquisas para a democracia.
Reacende
Por sua vez, a decisão da Justiça Eleitoral de suspender a pesquisa da Veritá em Rondônia reacende o debate sobre transparência, critérios metodológicos e segurança jurídica na consulta à opinião pública no processo eleitoral.
Livre
Embora o rigor da legislação seja necessário para evitar manipulações em pesquisas eleitorais, medidas dessa natureza também geram desconfiança e alimentam narrativas de interferência no livre acesso à informação.
Ampliando
Em um ambiente político já polarizado, decisões judiciais envolvendo pesquisas eleitorais acabam ampliando ainda mais a tensão na disputa eleitoral em Rondônia. Por sua vez, a credibilidade dos institutos de pesquisa vai ralo abaixo.
Defesa
A atuação da deputada estadual Ieda Chaves (União) na defesa da causa animal demonstra sensibilidade, compromisso social e respeito à vida. Seu trabalho em prol da proteção e bem-estar dos animais em situação de vulnerabilidade amplia a conscientização da sociedade a essa importante causa humanitária.
Coleta
O serviço de coleta de lixo em Porto Velho continua sendo alvo de críticas da população pela irregularidade, demora e acúmulo de resíduos em diversos bairros da capital. Mais uma dor de cabeça para o prefeito Léo Moraes (Podemos).
Precariedade
A precariedade do serviço compromete a limpeza urbana, aumenta os riscos à saúde pública e causa indignação da população contra a empresa Sistemma Serviços Urbanos, responsável pelo serviço de coleta de lixo na cidade e nos distritos de Porto Velho.
Atendimento
Reclamações sobre a coleta de lixo em Porto Velho devem ser direcionadas à ARDPV (Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados e de Desenvolvimento do Município), responsável pela fiscalização da prestadora do serviço. O atendimento é feito pelo número (69) 3901-6331, que funciona como telefone e também WhatsApp, durante 24 horas por dia.
Firme
O vereador Breno Mendes (Avante) tem sido firme ao cobrar mais respeito da Energisa com a população portovelhense diante das constantes reclamações sobre quedas de energia, tarifas elevadas e deficiência no atendimento.
Cumpre
A postura crítica do vereador Breno Mentes (Avante) em relação aos abusos da Energisa, reflete a indignação de milhares de consumidores que enfrentam prejuízos e serviços considerados insatisfatórios. Ao levantar esse debate, Breno cumpre seu papel de fiscalização e defesa dos interesses da população.
Sério
Falando sério, pedir patrocínio ao banqueiro Daniel Vorcaro no auge do sucesso empresarial não é crime. Visitar Vorcaro no momento da desgraça também não é crime, é questão de solidariedade àquele que estendeu a mão quando precisou no passado. Por fim, existe uma clara tentativa da imprensa, que um dia já garantiu o seu pirão com o banco Master, para desgastar permanentemente a imagem do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Fonte/Créditos: Por Herbert Lins Publicada em 20/05/2026 às 09h24

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